Antonio Izidoro - CRP: 14/02004-4
Isabela Rocha Izidoro - CRP: 14/07081-8
Lilian Cecília Rocha - CRP: 14/01744-8

 

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Porque não sou tão feliz quanto os outros?

Todos os dias somos engolidos por inúmeras manifestações de padrões de felicidade que parecem cada vez mais impossíveis de serem alcançados. São vídeos e fotos compartilhados freneticamente nas redes sociais, são pessoas sorridentes, com corpos esculturais, comendo comidas muito bem montadas em lugares paradisíacos.

Os nossos problemas parecem maiores e compartilha-los chega quase ser uma heresia, nos sentimos cada vez mais sozinhos e com dificuldades que parecem particulares demais. "Ninguém entenderia" é o pensamento mais comum. E assim, mesmo cercados, não temos ninguém.

A felicidade, assim como outros conceitos abstratos é definida principalmente por questões muito particulares, como por exemplo, nossas preferencias literárias, culinárias, musicais e entre tantas outras coisas que nos constituem uma pessoa única. E aí que está o problema, quando ficamos cercados de muitos padrões por vezes até opostos, nos perdemos naquilo que nós mesmos gostamos e entendemos como importante, visto que sempre somos guiados e orientados pelos outros.

Uma coisa é certa, se não houvesse momentos de tristeza a felicidade seria insignificante e imperceptível.

Crédito da foto: shih-wei (iStockPhoto)

 

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